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MARCELO SANT’ANA , O JORNALISTA

“Tem-se de ser bom porque é bom ser bom. O ‘ser bom’ se completa por si mesmo”, conclui o filósofo Augusto Comte.
Há quem vá à igreja todo domingo prestar conta com Deus das suas ‘maldades’, na terra, e não sabe que “coragem só é coragem quando sentimos imenso medo”. Há quem não tenha medo de fazer maldade ao semelhante.
Há pessoas escrotas, que têm o prazer de atrapalhar a vida dos outros, não sabendo que o mundo que o cerca tem que estar feliz para que a felicidade seja recíproca.
Em 2015, os relacionamentos dos clubes com os setoristas mudou: botaram pra correr das salas de imprensa, e a partir daí rádio, jornal e TV tornaram-se simples repetidores do que às assessorias de imprensa distribuem às redações.
Não dependo dessas pautas pra fazer jornalismo esportivo em Belém. Aliás, faço diferente.
Glorioso Marcelo Sant’Ana chega em Belém nesta quinta-feira, 13, e concederá entrevista à TV Papão; e a imprensa esportiva terá o direito de encará-lo na segunda-feira, 17, às 10h da manhã.
O novo executivo bicolor, antes de ser vitorioso presidente do Bahia (2015-2017) era jornalista, e chegou ao poder do Bahia como oposição, colocando a boca no mundo. Sabe que ninguém tem o direito de cercear a livre iniciativa de entrevistá-lo em caso de encontro ocasional, no aeroporto.
Tudo bem!
Sant’Anna mudou a história do clube baiano. Vitorioso. Ganhou tudo. Teve tanta repercussão que a RBATV o trouxe, em 2017, para palestrar na abertura do Troféu Camisa 13: Modelo de Gestão.
Visitou à sede do Paysandu pra se cientificar da criação da marca Lobo, que vige até hoje. Se não me falha a memória.
O executivo bicolor conhece o lado de dentro do balcão (cartola) e o de fora (empresário de jogador e executivo, agora) do mundo do futebol, sabendo, perfeitamente, da relação incestuosa entre clube e jogador. (Foto: AI do PSC)
É o que há!
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