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FUTURO INCERTO

Pedro Costa e Sávio “pularam a cerca” e foram separados da relação dos jogadores relacionados para o jogo contra o Avaí.
Informação do repórter Nelson Torres no SHOW DE BOLA, da Rádio e TV Marajoara, canal 50.1.
3 a 1 Avaí. Belém ficou muda, absorta. Até o torcedor bicolor silenciou porque, mesmo “secando”, no fundo, imaginava que o Remo, no mínimo, conquistava um pontinho.
O futuro leonino, na B, é um imenso desafio no último jogo, em Belém, contra o Goiás.
“O excesso de confiança nos tira a atenção e nos coloca em posição de risco”, expressão que simboliza o atual momento do time azulino.
Pelo torcedor e imprensava esportiva passava o “excesso de confiança”, mas este estado de ânimo era falso, porque desde os jogos contra o Novorizontino e Chapecoense que o time azulino mostrou deficiência no “perdeu-recupera”, ou seja, a recuperação da bola logo após perdê-la.
Não sei o tudo que se constitui no todo que há no Baenão, porque num elenco de futebol há vaidades, irresponsabilidades e prepotência de quem pensa que é o bambam e gosta de humilhar os outros.
Em campo, há jogador que não passa a bola para o companheiro que está melhor posicionado, porque pensa na artilharia e quer chamar a atenção do torcedor pra si.
Vejo isso no artilheiro da B, Pedro Rocha. Com ele, é o individual pelo coletivo em vez do inverso.
“Nesse momento, Remo não tem mais nada pra perder. Só tem a ganhar. Se empatar, perdeu; se ganhar tem a chance de ganhar”, disse o abatido Guto Ferreira.
Remo tem que ganhar do Goiás e torcer pelo insucesso de Chapecoense ou Criciúma, que enfrentam Atlético-GO e Cuiabá, na última rodada.
Se não fosse o princípio de fogo no hotel, em Florianópolis, não se revelaria que um quarto estava sem dois hóspedes.
Em Val-de-Cães, na chegada da delegação leonina, um torcedor simbolizava o momento de futuro incerto do Remo.
É o que há!
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