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“LOBISTA E EMINÊNCIA PARDA”, CRUZ CREDO!

Conflitos, opiniões divergentes e empolgações são inevitáveis num grupo heterogêneo de pessoas.
Não há uniformidade, nem em família, quanto mais num grupo empolgado com uma possiblidade de atingir um outro patamar.
Nesta variedade, há os excessos.
A queda de rendimento do time do CR diante do Avaí quem tem menos culpa nesta história “mal contada” é o técnico Guto Ferreira, no dizer de Eliércio Santino e Paulo Fernando, com quem hoje tive o prazer de ser um dos comensais em almoço, no Bistrô, e feliz com as “tiradas” do “Bolinha”.
“Visivelmente, abatido, Guto Ferreira, na coletiva, disse o que tinha pra dizer, que é a Vitória do Remo diante do Goiás, mas não transferiu a irresponsabilidade para terceiros. Foi Homem”, pontuou Eliércio.
Paulo Fernando: “Ganhou 6, empatou duas e perde uma e agora é o culpado pelo aconteceu em campo? Na minha opinião faltou pulso da diretoria para punir os caras”.
O empate do Remo diante do Novorizontino (1 a 1), jogo em que o time azulino foi bafejado pela sorte: o adversário teve um jogador expulso, no primeiro tempo (Wagunho, aos 15’) e Dantas fez gol contra, deixou alguns dirigentes e jogadores empolgados com o resultado e como o Avaí estava comendo rato e tomando água de esgoto, os eufóricos pensaram: “Remo ganha do Avaí, estamos na A de 2026”.
Resultado: comemoração em excesso de um lobista (ligado ao Clube) e um “eminencia parda” e nesta “barca” alguns jogadores.
Por linhas tortas e inimaginável, a verdade apareceu: princípio de incêndio no hotel, em Santa Catarina, e num dos quartos, dois hóspedes sumiram… Os que foram cortados da relação.
Nada está perdido, Guto Ferreira! Trabalhe sua equipe com quem verdadeiramente honra o dinheiro que o CR paga e vá pra cima do Goiás. “Tenha fé em Deus, tenha fé na vida/Tente outra vez/ Você tem dois pés para cruzar a ponte. Nada acabou”, no dizer de Raul Seixas.
Ainda há resquícios dos tempos que diretor de futebol, em Belém, gostava de acompanhar jogador nas noites paraenses e apresentava as “gostosinhas” para os atletas.
O importante, agora, é o dono do trono manter a lucidez e a calma para gerenciar essa “poderosa emoção” de quem deveria se manter no anonimato, colocando a “pacoteira” no clube e administrando a “baba”.
Havia um repórter, ao vivo no hotel, em Santa Catarina, que viu tudo e nada revelou. É aquele que chorava pelo Paysandu, hoje diz amar o Remo.
É o que há!
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