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ASNEIRADAS

Nunca votei no político Lula.
Respeito a “instituição” Presidente da República Federativa do Brasil.
Numa canetada, o dono do trono deste país acabou com a “frescura” “todes”, tornando a comunicação oficial objetiva, concisa e acessível ao povaréu.
Palmas, presidente Lula!
A burrice e a maledicência são ofensas aos bons costumes e quem nasceu burro, nunca será cavalo, mas há “burro” dinâmico…
Maledicente foi o epigrama do chancelar alemão Friedrich Merz contra Belém pelos poucos dias que esteve na cidade, representando a maior potência europeia, participando da Conferência das Partes – COP30.
Eu, que de 7 de junho a 10 de julho de 2006, vivi em Munique e não comprei água mineral, porque o estado alemão garante ao cidadão água potável aparada em qualquer torneira de hotel ou hidrantes urbanos nas calçadas.
As margens do rio Isar, que corta Munique de leste a oeste, passei algumas horas lendo Ernest Hemingway ou Nietzsche, o revelador que “o tempo é tão cruel que acaba com o mais puro dos sentimentos, o amor”. É de dá inveja, em tempo de calor, o muniquense se refrescando nas águas do rio de águas cristalinas.
As ofensas racistas e xenofóbicas contra a torcida do CR, na Ressacada, da torcedora do Avaí, Ana Costa, demonstrou que o burro não tem formação cultural e, como neste país as coisas são mal resolvidas, não dará em nada.
Ao mesmo tempo que tento ficar imperturbado me vem ao miolo mole a liberação dos jogadores do CR para darem “revoltei” na cidade de Florianópolis. Asneirada de quem liberou os responsáveis e irresponsáveis.
Eu que, ainda acredito, estou pensando no Remo na A, porque a vaca me dará muito leite como jornalista diplomado.
É o que há!
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