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INFÂMIA INCOMPARÁVEL

Deus é rico, poderoso e festeiro.
Rico porque é dono do ouro e prata.
Por ser onipotente, onisciente e onipresente torna-se poderoso.
E como adora ser venerado, nada melhor que oferendas.
Perdão se intuir que estou sendo maldoso e, se assim pensar, não precisa macular meu nome. Antes de qualquer coisa, pare pra pensar.
Espero que nenhum doutor reclame da minha escrita certa.
Estamos vivendo momentos de desconfianças no mundo religioso e esportivo em Belém do Pará.
Remo desconfia do árbitro Raphael Claus indicado pra apitar CR e Goiás. Como árbitro tem passado comprometedor.
Os que andam com a Bíblia debaixo do braço desconfiam do “Heliogábalo” paraense por ter ensejado mal aos preceitos da palavra de Deus.
Paysandu é escravo de quem tanto mal causou ao time nesta temporada: arrogante, embusteiro da pior qualidade por ter sido recebido com honras de craque e no fundo, no fundo é um “desastre” horrível às finanças do Paysandu Sport Club.
Depois de dizer que estaria propenso a acordo para deixar a Curuzu em paz, o embusteiro volta atrás: quer tintim por tintim.
Há muitos gênios em Belém que não se tocam à Deidade, mas com o dinheiro, não se importando com a infâmia incomparável.
Ô Bertolt Brecht desgraçado!
“Nenhuma instituição é vestal imaculada! Monarquias, Repúblicas, Congressos, Tribunais, Igrejas, Forças Armadas, Bancos, Academias, tanto faz roubar ou fundar um deles – onde o homem põe a mão há sempre um ladrão”.
Eu, igual o “Corvo” de Edgar Alan Poe, do meu cafofo, continuo “imperturbado” vendo e ouvindo as coisas acontecerem nesta cidade tão graciosa, mas, ultimamente, malfadada.
É o que há!
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