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CHEGA DE TOCA

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Papelin foi lembrado.

Alta potestade do estado telefona para o “Minha Joia” agradecendo o início da busca azulina pela milionária e badala “A” do Campeonato Brasileiro.

“Vamos trabalhar para o Remo ser campeão paraense e a classificação à A de 2026”, disse-me Papelin em entrevista.

Diretoria remista terá dinheiro suficiente para tirar o Leão Azul debaixo das arquibancadas do Baenão.

Cá com meu miolo mole, penso que nenhum jogador de série A deseja se estabelecer debaixo de arquibancada de um velho estádio de futebol.

A reestruturação da morada do Leão tem que ser pra ontem, posto que jogadores, comissão técnica e funcionários merecem ter ambiente saudável e digno para o desenvolvimento dos seus metiês.

Enquanto Marcos Braz pensa e age, o Remo tem que aproveitar o momento de bonança financeira para se modernizar e se ombrear às “locomotivas” do futebol brasileiro.

Não ser, tão-somente, igual um trepador de açaizeiro…

A ascensão azulina foi ótima pra todos nós paraenses devido o fortalecimento da economia ano que vem, inclusive para o futuro político de Marcos Braz. É meu “feeling”: se se candidatar a deputado estadual ou federal estará eleito. Minha Opinião. E o seu substituto poderá ser o “bruxo” Júlio César. Não à toa que o ex-goleiro do Flamengo e da seleção canarinho participou da festa com à “Fenômeno Azul” direto do gramado do Baenão. Longe de profetada.

Que o Remo não faça o que fez o Paysandu: dois títulos brasileiros (1991-2001); Campeão dos Campeões (2002); Libertadores da América de 2003 e todo o dinheiro que ganhou, nesta competição, o presidente da época misturou Clube, família e política,” e a instituição cheirou na “vara do batista”.

Dos 8 jogos da Libertadores da América de 2003, 4 foram realizados no Mangueirão e – acreditem – não pagaram o aluguel do estádio à Secretaria de Esporte e Lazer – SEEL.

Quem embolsou o dinheiro?

Quando chegou à SEEL, o “Zé da Boquinha”, que se diz bicolor, descobriu que havia um processo cobrando o PSC sobre o arrendamento do estádio, nas 4 partidas da Libertadores, e encaminhou a “maçaroca” à Procuradoria Geral do Estado, que também meteu num dos escaninhos do órgão e dorme em berço esplêndido dívida superior a R$ 1 mi.

Dos 500 mil reais da premiação da Copa dos Campeões, diretoria bicolor meteu toda a dinheirama nas mãos da comissão técnica e jogadores.

Só restou ao Paysandu a taça…

Que a diretoria azulina capitalize o momento em benefício do patrimônio do Filho da Glória e do Triunfo. Chega de Leão Azul morar em “toca”!

É o que há!

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