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“CONFIANÇA E SEGURANÇA”

Lamentavelmente, há uma impropriedade na Curuzu, o “intragável” Rossi.
Jogador tem contrato até o final de 2026 com o Paysandu e não “morde a isca” ofertada pela diretoria para o distrato.
Toda Curuzu sabe do caráter egoísta do homem Rossi e, assim sendo, dividiu o grupo nesta temporada.
Sem muita profundidade, executivo revelou que ainda “não conversou com o atleta”, mas, como estive na Curuzu, soube que não “está sendo fácil o diálogo”.
É ditado popular – e todo dito popular tem força e significado: “Para o bom entendedor, duas palavras bastam”.
Não está sendo fácil remover os cacos do “desastre” que há na Curuzu. “Será tratado com respeito”, sintetizou Sant’Ana.
Fui à coletiva do executivo Marcelo Sant’Ana para sentir o ambiente e extrair essências das suas palavras e, por ser acadêmico e experiente, tem conhecimento cientifico e atuou de ambos os lados do balcão – dentro e fora – no mundo da bola.
16 de dezembro começa a temporada 2026, na Curuzu; 17 atletas têm contrato com o Clube, e o limite para a formação do elenco será de 30 jogadores, de preferência “atletas jovens”, no dizer do executivo bicolor
“Confiança e segurança” foram palavras proferidas pelo executivo ao torcedor bicolor, mas que “cobra daqueles que estão sob os seus olhares”, sempre respeitando o limite da dotação orçamentária implementada pela diretoria bicolor.
“Numericamente, o orçamento será competitivo para a série C”, concluiu Sant’Ana.
Atenção especial para as contratações dos profissionais que trabalham com os desempenhos dos atletas.
Por ter conhecimento acadêmico em várias áreas do conhecimento, inclusive no jornalismo, Marcelo Sant’Ana é mil anos no discurso. Resta ver na prática.
É o que há!
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