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PAPO RETO ENTRE COMITÊ BICOLOR E ROSSI

Júnior Rocha, técnico bicolor, na sua primeira entrevista à imprensa disse que “pretende trabalhar com atleta que gosta de jogar, que tenha vontade de vencer”.
Para um velho jornalista, como eu, o técnico tem preferência por jogadores novos, que tenham tônus musculares.
Visando 2026, Paysandu inicia pré-temporada com a apresentação dos novos profissionais – técnico, auxiliares, treinadores de goleiros, analistas de desempenho, preparadores físicos, médicos ao comando do Dr. José Silvério, nutricionistas, psicólogo e fisiologistas – e na plateia estavam 13 jogadores oriundos da base bicolor.
26 anos na Curuzu, o ortopedista e graduado em medicina esportiva, José Silvério é o novo coordenador do Núcleo de Avaliação de Saúde e Performance do PSC.
“Quem decidirá o futuro de vocês, são vocês. Quando eu pretendi ser jogador de futebol, não tive essa chance”, falou o executivo Marcelo Santana.
“Nesta primeira fase, a comissão técnica trabalhará com os jogadores da base para conhecer melhor cada um, e no dia 26 a apresentação de quem permaneceu no clube e os novos contratados”, confirmou Alberto Maia um dos componentes do trio condutor do futebol bicolor formado por Ícaro Sereni e Marcio Tuma.
Tenho afirmado, porque minha fonte é cristalina, que o “desastre” Rossi dificilmente sentará base na Curuzu, pelo perfil do seu caráter desagregador, mas Maia ao ser inquirido sobre o atacante, disse: “Ele se reapresentará no dia 26, mas antes terá uma conversa com os membros do comitê”. E nada mais foi dito.
Afirmo: Rossi tem interesse em permanecer na Curuzu e propôs a diminuição do seu salário – pela metade – para vestir a 9 alviceleste.
Além dos processos trabalhistas que a cada dia inquietam o jurídico do Clube, o comitê responsável pela condução do futebol alviceleste tem encontrado dificuldades para contratar novos jogadores.
Disse-me fonte real: “De dez atletas contactados, 8 não têm interesse em defender o Paysandu, porque a fama do clube não é das melhores lá fora.
Nada que um ótimo advogado Bruno Castro não resolva quando se trata de Paysandu.
É o que há!
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