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LEANDRO VILELA NÃO QUIS SER OPERADO

Domador de cavalo ou cachorro não argumenta com esses irracionais: psicologicamente, ele “incute gradualmente” nesses animais os hábitos desejados.
Sei isso, porque certa vez indaguei de um agente federal parceiro de mesa do Lapinha.
É com esta verdade que pretendo “domar” um cleptomaníaco que tenta “assoprar” inverdades sobre o joelho “bichado” do atleta Leandro Vilela, insinuando que “houve erro médico” no tempo que defendeu o Paysandu.
Quando houve a ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho direito de Leandro Vilela, num jogo defendendo o PSC, o atleta foi submetido a todos os exames, acompanhado pelo especialista em joelho, Dr. Edilson Andrade, que após minuciosa análise concluiu que o atleta deveria se submeter à cirurgia.
Repito: Leandro Vilela foi orientado a fazer a cirurgia. Portanto, a indicação do Dr. Edilson Andrade foi correta.
Eis o quê da questão: como ele tem lesões anteriores, no mesmo joelho, o atleta tinha que passar por um período de 45 dias fazendo fisioterapia. O que foi feito.
Após procedimento fisioterápico, Leandro Vilela se sentiu bem, recusou a operação no joelho direito.
Como paciente, Leandro Vilela tem o direito de dizer sim ou não para o processo cirúrgico. Leandro Vilela, se dizendo sarado, recuso a operação. E os médicos bicolores aceitaram a opinião do paciente.
A linguagem do cleptomaníaco não é a imagem do real, porque nele há inépcia jornalística.
“O erro fala com a voz dupla, uma das quais proclama o falso e a outra a desmente; e um contender de sim e não, que se chama contradição… O erro condena-se, não pela boca do juiz, mas “ex ore suo” (pela sua boca).
É o que há!
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