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CONSENSO SOLIDÁRIO
Muitos reduziram meu pensamento em expressões diretas e rasas.
Entendi o consenso solidário da veracidade exposta neste blogue.
“Este velho é de f….”.
“A verdade anda nua por aí porque teve às roupas roubadas pela mentira. Por isso, a verdade preferiu a nudez em vez de andar com os trapos que a mentira deixou”.
“Zeca, você deixou o ‘sheik’ mofino”.
“Morro e não vejo tudo. Acompanho o Paysandu desde 1965 e no decorrer desse tempo vi muitas coisas, e sempre o Paysandu ultrapassa as barreiras com suas próprias pernas, sempre há um jeito, sempre tem uma saída até porque (todos somos Paysandu) era exatamente assim que eu pensava, mas me detive atentamente no texto do José Maria Trindade, e daí em diante comecei a pensar diferente: existe, sim, dentro do Paysandu homens cruéis, homens que SUGAM o Clube em proveito das suas vaidades pessoais INFINITAS porque o que interessa para esses “lobos” com pele de cordeiro é tão-somente se locupletarem, deixando o Clube em situações difíceis, mas como essa me parece que passou dos limites, e o que é pior: o ex-presidente Luiz Omar Pinheiro vem a público se passar por arauto da moralidade, num momento tão delicado como se nada ele tivesse feito para colocar o Clube nessa situação – assinar um Termo de Responsabilidade em nome do Clube para não atrasar pagamentos sob pena de multa altíssima. Vendas de jogadores não prestando contas até hoje; francamente, me faltam palavras pra descrever tanto CINISMO e tanta CRUELDADE com as coisas que diz AMAR. Imagina as coisas que ele DETESTA? Avante PAYSANDU! Os ABUTRES esperam tombares para te devorar de vez, mas tu, PAYSANDU, capenga, mas não cai”.
Expressões que entupiram meu “uatizap” de gente como o Dr. Rui Mendonça, Eliércio Santino, Dr. Chermont, advogados que me pediram reserva nominal, mas que admiraram minha coragem de expor verdades escondidas.
Meu espírito autocomplacente de jornalista esportivo não permite que eu seja irresponsável, ácido com o homem, com o pai de família Luiz Omar Pinheiro, mas sim rigoroso com o ex-dirigente bicolor que, diferente dos outros ex-presidentes, usa o Clube para se promover. Vejo que é uma obsessão.
Afirmo: o que você fez com o Paysandu nem picolezeiro faz. Por não me desmentir, “obrigadinho”.
Que Deus lhe dê lucidez, Luiz Omar, e que o Espirito Santo lhe abrace, mas deixa o Paysandu em paz.
É o que há!
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