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“TEORIA DO MEDALHÃO”

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Aos 75, beirando 76 anos, recuso-me a ser “jornalista decadente”.

Adendo: sou diplomado.

Como não tem o que falar de mim, humilha-me como se não soubesse que vivo honestamente escrevendo e falando.

Pago impostos para manter este “condomínio”.

Não é difícil desmascarar o autodenominado “sheik” que ao presidir o Paysandu sentiu o gosto da fama e, por essa, é capaz de pagar redator para assinar coluna de jornal.

“Pseudos” (com “s” é singular, porque é termo grego) endinheirado que humilhou um comentarista da Rádio Clube ao dizer que “o que tu ganhas em um ano, ganho em um mês”. Arrogância desmedida!

“Quem tem dinheiro, nunca diz que tem, somente o imbecil exibicionista arrota riqueza”, disse-me dono de uma construtora.

Nele abunda a ostentação da “Teoria do Medalhão”. Se buscar Machado de Assis (que ele nunca leu e nem sabe quem é) saberá que se trata de um medíocre e intelectualmente vazio.

Humilha os outros por pensar que há em si uma superioridade moral, social – por residir num prédio um “ap” por andar – e intelectual. Em si mora o orgulho por ter uma profissão que lhe dá bastante dinheiro.

No fundo da alma há um “Robespierre psiquiátrico” descoberto para o mundo do futebol por um “iluminado” que o jogou dentro da sede social do Paysandu, em 2008.

Diferente de Miguel Alexandre Pinho, o autodenominado endinheirado nunca pagou a sua vaidade, pelo contrário viu uma imensa chance de ganhar dinheiro, posto que chegou no clube e montou um cassino dentro da sede da instituição. Passados anos, a jogatina faliu.

Após deixar o clube que o projetou, chegou em Macapá e logo “mundiou” os meus conterrâneos e contemporâneos assumindo o Ypiranga Clube, do meu bairro do Trem. Passado um ano, ao receber a primeira cota da Copa do Brasil, de 2017, embolsou 500 mil reais e deixou o clube sem eira e beira.

O ex-presidente do Ypiranga Clube, engenheiro eletricista Espindola, está vivo em Macapá. Amigo-vizinho dos meus irmãos.

Com a morte de Dário Traling, ex-dono do Carajás, sem herdeiros, apenas um caseiro da imensa área às margens do Rio Maguari, em Outeiro, se une ao “coitado” e ressurge o “Pica-pau da ilha” fazendo algumas obras no CT se apossando do patrimônio.

Eis a jogada de mestre: vende a área (que pertence à União) para o CR por 3 milhões de reais, mas deixa de fora (passa a cerca) numa nesga de terra rica em água mineral e este “jornalista decadente” esteve no local e vi equipamentos de ponta para retirar água do subsolo e, com o marca de uma empresa devidamente autorizada pelo órgão competente, vender o “riquíssimo líquido”.

Nem bem chegou no Santa Rosa, vende o clube, tornando-se presidente de honra.

Lidera uma comissão para pedir dinheiro ao governador Helder Barbalho, mas os dirigentes de CR e PSC se recusaram a acompanhá-lo.

Às custas de alguns clubes, ele torna-se um mega visionário cartola do pobre futebol paraense.

É o que há!

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