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“PIKACHU NÃO É ÍDOLO DO PSC”
“Nenhuma história do mundo moderno é completa sem levar em conta o futebol”, afirma o sociólogo, jornalista inglês David Goldblatt.
“O futebol é a melhor expressão do potencial coletivo do Brasil”, no dizer de David, porque “ilumina tanto o brasileiro e o próprio Brasil; seu brilho, sua magia, seu estilo e os mitos fabulosos que foram construídos em torno da bola; bem como suas tragédias, suas misérias e sua injustiças econômicas e política. É a história do Brasil contada por meio de seu principal esporte”, o futebol.
Este esporte que transforma gente pobre, inculta do dia pra noite em ídolo e milionário.
Às vezes mal assessorado. É o caso do Pikachu.
Ele poderia ter sido simples: “Sou remista, sim, mas foi o Paysandu que me projetou”, simples.
Se tem assessor, é um assessor de mente rasa.
Jogou FUTSAL no Remo quando adolescente, mas que depois fez carreira na Curuzu, e o Paysandu o projetou com o seu futebol alegre e ofensivo.
Longe de Chico Spina, Rogerinho, Vandik, Gino, Robgol, que foram verdadeiramente “ídolos” bicolores, “Pikachu não é ídolo alviceleste” para advogado Alberto Maia, entrevistado no SHOW DE BOLA, da Rádio e TV Marajoara, no domingo, 4.
“Ele deve repensar no que falou; o Clube que deu projeção a ele foi o Paysandu; precisa lembrar do passado”, pontuou Alberto Maia, ao ser indagado pelo José Maria Trindade se “Pikachu era ídolo bicolor”.
“Pikachu não é ídolo do Paysandu”, asseverou Maia.
Pikachu esqueceu que a primeira “pacoteira” (30 mil reais) quem lhe pagou foi o Paysandu, no tempo de Vandik, para que ele permanecesse por dois anos na Curuzu dando um “cotoco” para o empresário que comprou seus direitos federativos.
É o que há!
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