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“CORTAR NA CARNE”

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,Iniciarei este texto fazendo uso de uma linguagem comum: “Não se deve comer como pinto e borrar como pato”.

Durante seis anos na A, Fortaleza foi exemplo de sucesso para os times nortistas, mas não resistiu aos altos custos com salários estratosféricos de jogadores, comissão técnica e manter o futebol feminino, que, no Brasil, nenhuma empresa deseja patrocinar.

Com a queda pra B, leão alencarino está “quebrado”. Deve   158 milhões de reais, e mandou embora mais de 50 funcionários, e quem aceitou ficar teve redução em 30% dos vencimentos.

Tambor que bate lá, ressoa por cá.

Turbulento lá, inquietação na Curuzu com a queda da B pra C, porque o clube perdeu 50% da sua receita, e a atual diretoria tem que “cortar na carne”.

As dispensas de funcionários, na Curuzu, começou por pessoas com mais de 30 anos de serviços prestados ao clube: júnior Furtado e mais recentemente o “seu” Ivan.

“Com os salários dos dois funcionários demitidos, Paysandu paga pelo menos dois jardineiros para cuidar dos gramados dos dois campos do CT ‘Raul Aguilera’”, disse-me fonte real.

No CT, em Águas Lindas, PSC não tem dinheiro pra pagar quem cuide da grama dos dois campos.

Adendo: espero que o mundo não desabe sobre minha cabeça.  

Para salvar a instituição Paysandu, diretoria tem que “ferir suscetibilidades” e partir para obter resultados que equilibrem receita e despesa e tentar manter salários dos jogadores, comissão técnica e funcionários dentro da data prevista.

Tentando obter valor real do débito bicolor, “persigo” o “Hulk” da clube, advogado Bruno Castro, se tem dados concretos: “Não tenho número exato, porque todo dia recebo telefonema de jogadores e treinadores que passaram pela Curuzu, mas penso que ultrapassa 50 milhões de reais”, num apanhado teórico do advogado Bruno Castro.

A maior preocupação da atual diretoria alviceleste é prover recursos para manter a estrutura e saldar compromissos em dia.

Da última vez que entrevistei o mestre em marketing, professor, jornalista e radialista Guarany Júnior ele me revelou que “o conhecimento, a inovação e identificação das marcas – PSC e CR – são essenciais para se atingir objetivos”.

Infelizmente, neste momento a diretoria bicolor tem que “cortar na carne” para que o lobo saia deste deserto desgraçado e encontre uma vereda.

É o que há!

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