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QUEM DEVERIA DIZER, NÃO DIZ, EU DIGO: A CASA

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Volto ao tema “cortar na carne”.

Pra início de conversa, não entendam que faço defesa da diretoria bicolor, mas sim da instituição Paysandu Sport Club, porque vivi e conheço a história.

Esta mesma história também conhece Paulo Fernando, o da Rádio Liberal.

Tenho carinho e admiração por Eliércio Santino, que carinhosamente o chamo de “venenoso”, mas não concordo com seu comentário sobre o tema exposto neste “condomínio”.

Eliércio Santino é um dos poucos que destampa minhas panelas…

O “seu” Ivan, que passou 30 anos na Curuzu como massagista e distribuidor de água a quando dos treinos, deveria se tocar e se perguntar: “O que o Paysandu me deu nestes 30 anos?”

Se sua consciência não lhe toca, lembrarei: no tempo do ótimo presidente Ricardo Rezende (1996 a 1999), o clube comprou e lhe deu uma casa, talvez a mesma que hoje lhe abriga.

Pode parecer que seja alegação de minha parte, mas a verdade, no momento que vejo injustiça, precisa ser revelada.

Este mesmo Rezende foi o descobridor do excelente advogado negociador (e mediador) Bruno Castro, que com muita admiração o trato de o novo “Hulk” da Curuzu, reaparecendo na administração do ex-presidente Roger Aguilera.

Estabilidade empregatícia só quem tem são os funcionários públicos concursados, e se não cometerem deslizes, caso contrário, abre-se sindicância e se ficar comprovado o crime, é rua sem direito a PN.

Além das dispensas – que outras virão -, a diretoria precisa aparar as “arestas” que há tempo incomodam o ambienta.

É o que há!

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