Uncategorized
“O MUNDO NÃO GIRA, CAPOTA”

Contrariando às leis da física, advogados criminalistas dizem que o “mundo não gira, capota”.
A metáfora jurídica tem a ver com uma verdade silenciosa, mas que num dia qualquer se evidencia em evento real.
Há quem queira fuzilar com os olhos este velho jornalista por ser “perigoso” quando revelador de verdades escondidas.
Cartola ignóbil, em todos os momentos que se meteu em clube, o interesse próprio estava acima de tudo.
O lucro financeiro, para ele, é um fim e não meio, e com jogo de cintura não tem escrúpulo para se dar bem.
Pensando nos parceiros, o mundo dele estua; transa com Deus e o demônio para se dar bem na vida.
Nestes momentos, a minha principal curiosidade é conhecer o que se passa nas cabeças da atual diretoria alviceleste com relação as ignomínias praticadas num passado não muito distante contra a instituição Paysandu Sport Club.
A situação financeira do Papão é tão difícil, que uma profunda auditoria está sendo pensada pelos advogados que estão tentando negociar às dívidas do clube.
O primeiro passo é revelar os “mistérios” que estão inseridos no processo “Pikachu”. A diretoria alviceleste está tentando que a justiça cível paraense torne o processo público. Se acontecer, a “Fiel” saberá quem é quem.
A minha principal “maldade” é a curiosidade que há em mim de querer saber das verdades que estão ocultas neste processo em que o Pikachu recebeu 30 mil reais para assinar por 3 anos com o Paysandu e depois ganhar o mundo. O presidente bicolor era o Wandik.
A sordidez da minha alma jornalística me faz pedir a Deus – que é rico, poderoso e festeiro – que eu tenha vida para desmascarar o maior pícaro bicolor.
É o que há!
![]()
