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AOS INCOMODADOS

Não fui Insultuoso, Indecente, Insolente ou depreciativo com o glorioso Ivo Amaral.
Talvez não tenha sido simpático com o comentarista da TV Cultura ao se referir de forma humilhante para com o Eduardo Melo, do Clube do Remo.
Sua opinião sobre o atleta não o torna inepto na arte de comentar futebol. Pelo contrário, Ivo Amaral “é mil anos” quando se dedica a fazer leitura de uma partida de futebol. Meus ouvidos aceitam seu estilo de linguagem ordenada, simplista e estruturada. Ou seja: fala fácil.
Ousei contrariar a “intelligentzia” paraense, porque Ivo Amaral, bem poucos sabem, é um intelectual de fino faro e observador atilado.
Em junho de 2006, em Monique (Alemanha), por 26 dias, dividimos o mesmo quarto do Hotel Íbis e visitamos pontos históricos e turísticos da capital da Baviera.
Manhã de terça-feira, 20, fiquei de flozô no terceiro piso do luxuoso prédio da Beneficência Portuguesa esperando pelo urologista kelvyn Salorran e esparramado num sofá vez por outra apareciam bicolores e azulinos perturbando minha leitura, e um azulino – Raimundo Salvador – sapecou esta: “Zeca, te preocupaste com o Ivo Amaral e não visse que o técnico do Remo escreve mais do que vê o jogo”. “É o estilo dele. Ele tem os auxiliares que também fazem leitura de jogo”, respondi.
Deixo a Beneficência Portuguesa e chego pra almoçar na Feira da 25 e mais “perseguição”: gramado do Mangueirão. “Excluam o Mesquita. O problema são os shows de todo final de semana na arena que faz parte da agenda nacional dos artistas brasileiros”, pontuei, e me acomodei para saborear “cuxito” guisado”.
Em breve estarei sendo riscado pelo bisturi do urologista Kelvyn Salorran e, portanto, darei descanso àqueles que não me toleram, mas não torçam contra…
É o que há!
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