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DA JABUTICABA À QUEDA DE MARCOS BRAZ

“O problema do Remo é a vaidade de muita gente dentro do clube”, disse-me presidente Antônio Carlos Teixeira.
No Show de Bola, advogado Bruno Castro revelou que o Paysandu está acostumado a empurrar compromissos financeiros com a “barriga”, mas que agora tem que pagar…
“Na Curuzu tem um pé de jabuticaba frondosa, mas que só dá jabuticaba, não dá outra fruta”, ironizou o “hulk” bicolor.
Enquanto o Paysandu jogava pro gasto, e vencia o São Raimundo por 2 a 0, na Curuzu, num apartamento no centro de Belém, presidente Antônio Carlos Teixeira tentava demover Marcos Braz da ideia de deixar o Baenão.
Tendo na bancada os cerebrais Fred Carvalho, Nelson Torres, Magaiver Luis, Eliércio Santino e Leandro Rodrigues abordamos a importância de Marcos Braz para o sucesso do CR na temporada passada.
Não tem como negar o prestígio, o conhecimento e a dinâmica de Braz no processo evolutivo do CR.
“Está sendo fritado, porque há um grupo encabeçado pelo Dr. Manezinho Ribeiro que está contratando jogadores sem o aval de Braz”, afirmei.
O grupo de Manezinho Ribeiro contratou Leonel Pico, e mais recentemente o volante Zé Wellison, que era banco no time do Fortaleza, diz-que contratado a peso de ouro.
Por não ser ouvido, Braz percebeu que não era mais profissional importante dentro do Baenão, e, assim sendo, sai com a consciência do dever cumprido.
Dr. Manezinho Ribeiro, que tem DNA azulino (é filho de Manoel Ribeiro, o “Marechal da Vitória), tem pretensões em ser presidente do Clube do Remo e, como diretor de futebol, tem que ser evidenciado.
É o que há!
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