Uncategorized
PRODUTO DA PRÓPRIA ESCOLHA

112 anos do clube que deu – e continua dando, aos trancos e barrancos – às maiores glórias para o futebol amazônida.
Atual diretoria não se distancia da realidade do Paysandu Sport Club e, com humildade, tenta repactuar dívidas financeiras com jogadores e técnicos de futebol.
Técnicos Claudinei e Luizinho Lopes bateram à porta da justiça do trabalho, e com o Márcio Fernandes e o filho o clube não cumpriu o acordo.
A informação que me chega é que o fundo de investimento que repassou cota financeira ao PSC, cobra, tão-somente, R$ 3,9 mi (Três milhões e novecentos mil reais).
“Paysandu não pediu ao fundo dinheiro emprestado, lhe foi ofertado; Se não deu certo o negócio com a LIBRA, o problema não é do Paysandu. Quem é o maluco que não pega dinheiro ofertado?”, indagou o empresário internacional Leandro Rodrigues.
Comandada pelo advogado Márcio Tuma, diretoria executiva alviceleste não empurra com a barriga os débitos, encara e conversa a fim de encontrar solução, que pague o que deve, sem prejudicar o dia a dia da Curuzu.
De modo justo, sendo verdadeiro, Márcio Tuma e equipe agem com retidão, inclinados no pensamento de Stephan Covey: “Não sou produto de minhas circunstâncias. Sou um produto de minhas decisões”.
Afinal, somos produtos das nossas escolhas.
Tenho certeza, que Marcio Tuma e o jurídico bicolor escolheram o melhor: pagar o que o clube deve.
É o que há!
![]()
