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NECESSIDADE E CORAGEM

Recuso-me a imaginar no RE-PA, de domingo, 8, no Mangueirão, pelo PARAZÃO, em jogo equilibrado.
Será o poder da “casa da moeda” contra a “jabuticabeira” que ainda não deu frutos.
Inobstante, querendo ter boa-fé, não consigo construir uma ideia sólida sobre a qualidade técnica do time bicolor.
Na Beneficência Portuguesa, onde tenho passado boa parte do meu tempo, concluindo exames, bicolores e remistas me abordam e proseamos sobre o futebol paraense.
Além de sentir o “cheiro da perpétua” com o time bicolor, um torcedor não me deixou sozinho na ideia que passa pelo meu miolo mole: “Vamos pedir a Deus que seja menos de cinco”.
A necessidade absurda de zelar pelo PSC, porque se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, o presidente Márcio Tuma e sua diretoria estão tendo a coragem de manter um time profissional com garotos da base – acredito que 20% – quando, é regra geral, no futebol brasileiro, um ou dois jogadores ascenderem ao profissional em cada temporada.
Com jogadores super valorizados, atleta de 9 milhões de reais (Picco), com o time B azulino, pelo que vi, muito melhor que o do Paysandu, que perdeu para o time da Tuna de 1 a 0, com muita reclamação dos bicolores sobre a marcação da penalidade.
E o tema chegou no STJD e na Comissão Nacional de Arbitragem, porque Olivaldo Moraes, chefe da equipe do VAR, da FPF, é pai de Olivaldo José Alves Moraes, o árbitro do jogo TLB X PSC.
Goleiro jean, o lateral Edilson, zagueiro Quintana, Marcinho e Ítalo são os experientes atletas do atual elenco bicolor. Os demais são garotos da base.
Remo, com o peso da pacoteira do autodenominado “tio patinhas” do Baenão, vive a sua realidade.
No “PSM da 14” está o “lobo” lutando pela sobrevivência, sofrendo, e os “médicos” (Márcio Tuma e diretoria) tentando tirar o “lobo” da UTI.
Certeza tenho que você que “milê” pensa em analogia infeliz de minha parte, mas é a verdade financeira da instituição Paysandu Sport Club, que deve muito, e que só não está ao “deus-dará” pelo amor e misericórdia de quem tem coragem e fé no projeto que está sendo preparado para ser colocado em prática.
No dizer de Paulo Fernando, “Remo pegará muita porrada na A, do Brasileiro,” o que discordo, mas tem elenco para esbagaçar qualquer time do futebol paraense, como fez com o Águia de Marabá.
Parodiando Deus para Josué, “Esforça-te, e tem bom ânimo”, Paysandu, e não se acomode diante de um poderoso “Golias”, porque se não “o morto, quando acha quem o carregue, dá volta no caixão”.
É o que há!
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