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ROSSI NÃO ACEITOU PROPOSTA BICOLOR

“Tu queres 800 mil, o Paysandu não tem, mas o clube pode te pagar 350 mil em 12 parcelas. Aceitas?”
É desta maneira que a diretoria alviceleste tenta diluir a “tromba” que se instalou na Curuzu.
Com apoio da diretoria, jurídico tem acordado com credores dentro das possibilidades financeiras do Paysandu.
Ramon Martinez conversou e aceitou a proposta do Clube. É menos um problema.
Ao comando do advogado Marcio Tuma, a diretoria alviceleste está tendo o cuidado de não exceder o limite financeiro e, assim sendo, faz “malabarismo” pra cumprir com os acordos, e deixar em dia as folhas salariais dos funcionários e do departamento de futebol.
Dos 5 milhões anunciados, Rossi deixou por 3 milhões, mas a diretoria contrapropôs pagar 800 mil reais só de uma vez.
Rossi não aceitou. Para abril está marcada nova audiência no Tribunal do Trabalho, em Belém.
Diariamente, na Curuzu é fogo destruindo fogo. “Fogo” de ideias. “Fogo” de ajuda dos “baludos” para tornar o Paysandu saudável financeiramente, quando março chegar, e o Clube ter dinheiro para contratar atletas para a campanha da série C.
Alguns jogadores do atual elenco bicolor não estão correspondendo às expectativas minha e do torcedor. Um deles: Edilson precisa ser o lateral com disposição para defender e atacar.
O que a turma do presidente Márcio Tuma não deve ter é a “ideia incendiária” de querer ser o que não é e nem ter o que não pode ter.
A diretoria bicolor não pode perder a virtude de querer pagar o que deve.
É o que há!
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