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CHEIRINHO DA PERPÉTUA

Na terra, o olfato é o sentido mais apurado dos mundos animais racional e irracional.
No mundo vegetal, nos campos, há uma plantinha conhecida como “dormideira” que ao sentir o cheiro de gente, recolhe-se.
Em Macapá, quando moleque, ia pro campo do Buritizal catar camapú e ao ver a “perpétua” dizia: “Te recolhe que a tua mãe já morreu”. Ela murchava.
O bebê reconhece a mãe pelo cheiro.
Os animais caçam suas presas e sentem o cio pelo cheiro.
“O odor é a essência, e o que não tem essência não existe” ´- escreveu romancista alemão Patrick Suskind na obra famosa mundialmente, “O Perfume – História de um Assassino”.
Conhecendo um tiquito do mundo literário e experiência, quando moleque, nos campos de Macapá, me veio ao miolo mole a expressão: “Sentindo o cheiro da perpétua”, que metaforicamente representa algo que não está bem.
Então, no PARAZÃO, CR e PSC “sentem o cheiro da perpétua “e, assim sendo, são intrínsecos entre si.
“Na Curuzu, os atletas experientes abraçam os jovens oriundos da base, além da confiança da diretoria”, disse-me fonte.
Márcio Tuma, o presidente bicolor, tem revelado que sua diretoria “está convicta de atingir o objetivo esportivo com responsabilidade administrativa e financeira com coragem e a necessidade de cumprir acordos”. Não arreda pé deste propósito, mas confia na garotada, pensando com lucidez e agindo com correção.
No Baenão, onzena milionária, em 3 jogos na A, não venceu – perdeu uma e empatou duas – e no PARAZÃO o time não correspondeu à expectativa da diretoria, e o torcedor haja chamar de “burro” para o técnico Osório.
Pelas quartas de final, Papão recebe a TLB na Curuzu e neste dia a Fiel se tornará uma “convulsão da natureza” incentivando a garotada a ir pra cima do time luso.
No “Velho Zinho”, em Marabá, o Remo terá pela frente o Águia, que evoluiu na reta final da fase classificatória do campeonato paraense, que este ano é tiro curto.
Remo tem ótimo time, mas não vejo variações táticas que o “professor” Juan Osório já deveria ter implantado no elenco. Não há jogo coletivo. Torcedor remista perdeu a confiança no “professor”.
Diretoria bicolor vive o drama de Dom Quixote com o seu cavalo “Rocinante”, que era um pangaré, mas que se tornou um nobre corcel na vida andarilha de Quixote.
Na “casa da moeda”, os dois times (A e B) “têm seus quês, como e seus “porquês”, e no comando o “Potosí” com muita “baba”, mas sem saber o que fazer.
É o que há!
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