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AGUARDANDO PELO DOCUMENTO

“Obrigadinho”, Paulo Caxiado, repórter da Rádio Clube do Pará.
Todos meus sonhos passam por pessoas.
Desde que Guilherme Tadeu criou a expressão “Fenômeno Azul”, num sábado de 2011, no seu programa “Sabadão Liberal”, entrevistando o presidente Rafael Levy e o historiador Orlando Ruffeil, e que o Paulo Caxiado se apoderou da genialidade de Tadeu, que passei a sustentar o sonho de encarar Caxiado e perguntar na lata se a expressão era dele.
Ele me deu este presente, domingo, 21, ao “invadir” o espaço do repórter Paulo Damasceno, contratado por mim, a fim de fazer boletins para o SHOW DE BOLA, direto do “Parque do Bacurau”.
Vi-o e não perdi a oportunidade… O resto que aconteceu o mundo sabe e está para a eternidade na internet.
Paulo Caxiado revelou que tem documento assinado por um vereador e de gente do CR como a expressão “Fenômeno Azul” é criação dele, e que já havia mostrado ao diretor de esportes da Rádio Clube, o Guilherme Guerreiro, que me mandaria este tal documento.
“É preciso mentir como o demônio, não timidamente, nem só peremptoriamente, mas sempre com audácia”, revelou Voltaire. Esta expressão simplifica o caráter de quem mente cinicamente, sem pejo.
Após o programa, telefono para o Guilherme Guerreiro, sem pôr e tirar, revelei o que se passou no ar no SHOW DE BOLA, e disse ao zeloso e honrado Guerreiro que irei à justiça buscar o direito de intelectualidade do Tadeu, que não pode se defender devido mal que lhe traz transtorno de memória.
Guerreiro: “Ele já me falou, Zé, que tem este documento, mas não me apresentou”.
A direção da Rádio Marajoara fala com Guilherme Guerreiro propondo o encontro, no SHOW DE BOLA, entre mim e o Paulo Caxiado. Nem pensar.
Então, fica o meu apelo: estou aguardando o tal documento, e, se aceitares, vamos nos encontrar no café da manhã, na Feira da 25, onde nos olhamos de soslaio vez por outra.
É preferível copiar a criar, em Belém, e assim sendo tem: “Garotinho”, “Caldeirão”, “pipa”, “Bola” e a insensatez de não se dá crédito jornalístico.
Chorei e chorarei quantas vez for necessário pelo PSC, sem nunca perder a gratidão pelo CR, onde comecei minha jornada profissional, em 1979, mas longe de ser “mucurático” enrustido.
Aos que me criticaram, pelos arroubos, respeito, mas não me ajoelho e nem peço desculpas, porque não é da minha conta o que pensam de mim, o que a mim importa é não ter razão, mas ser feliz do jeito que sou: com a minha natureza imperfeita; sem “mascarar” o que sou, o que faço e o que tenho, porque, aos 76 anos, sou provedor da minha vaidade, a custa da minha aposentadoria como professor, e da minha labuta diária no jornalismo esportivo desta terra escrevendo e falando, bem ou mal.
É o que há
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