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MONSTRINHO E IMPIEDOSOS

Falência é morte! Recuperação judicial é vida”, anunciou a diretoria bicolor.
Fui à coletiva e saí determinado a ouvir advogados e auditores fiscais sobre o novo sistema implantado na administração bicolor, tendo a fiscalização da justiça.
“Jogada de mestre”, disse advogado Rui Mendonça; “O pulo do gato” para o criminalista Marco Antônio Pina; e para o auditor fiscal da União, João Maurício, o “Paysandu deu um grande salto para pagar quem deve”.
Ao sentir a influência de alguns confrades sobre o tema, passei a pensar em duas palavras: “monstrinhos” e “impiedosinhos”.
É óbvio que todos têm sua faixa de audiência perante o seu público, e este absorve às opiniões monstruosas e impiedosas de alguns radialistas que, infelizmente, querem ver a instituição Paysandu falida. O que não será para os deleites das suas insensibilidades e impiedades.
Com isenções de ânimos, advogados que consulto têm dito que foi uma “maravilhosa solução e que a saída significará uma nova caminhada para o Paysandu”.
Hoje, no consultório do Dr. Rogério, advogado bicolor, me disse: “Zé, foi uma saída estudada, planejada, estratégica para pagar todos àqueles que o Clube deve. Se a diretoria cumprir à risca com o plano, o Paysandu em breve deixará de depender de abnegados. E não será necessário ser SAF”, preferiu o anonimato.
Infelizmente, há confrades, que por não gostarem dos caracteres de alguns dirigentes bicolores, e, assim sendo, brigando com a notícia, com a verdade, insistem em “abonar” que o “Paysandu está falido”, e se espalha como uma “praga”. Agem como o “mal do gafanhoto”.
São monstros e impiedosos. Insensíveis. Desumanos.
Nos monstrinhos não há remorsos; não há humildade.
Nos impiedosos há o mau de Robespierre, o símbolo da maldade e do terror, na França de 1793/94.
Humilde e calada, diretoria bicolor será vencedora!
É o que há!
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