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“MUCURENTO” E MARCOS BRAZ

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Dificilmente, ouve-se elogiar à água, luz e o sal, estes elementos da natureza.

Água é vida. Luz ilumina, guia e revela. Sal conserva, sara e dá sabor à comida.

Em oito meses no Baenão – de maio de 2025 a janeiro de 2026 -, Marcos Braz foi água, luz e sal para o Clube do Remo.

À época escrevi neste “condomínio” que foi a mais elevada contratação do futebol da América do Sul: Marcos Braz no Baenão.

Perdão aos que não toleram a natureza do desportista Marcos Braz, profundo conhecedor dos bastidores do futebol brasileiro, que o cheirinho deste velhinho velhaco que vos escreve foi aceito pelas suas narinas.

Adendo:  o cheiro é o mais primitivo dos sentidos das naturezas racional e irracional.

“Estou em Belém! Vem no ‘ap’ tomar um café comigo, hoje, às 16h, velhinho”. Lá vou eu, feliz em ser distinguido por um dos mais influentes dirigentes do futebol brasileiro. 

Por duas vezes, a convite do próprio, senti seu cheiro – em seu apartamento, em Belém –  e conversamos sobre estratégia, bastidores, prestigio na CBF, como chegar nos donos do poder e a “paz” que o dirigente deve ter para desenvolver seu trabalho dentro de um clube.

“A paz na diretoria, passando pela comissão técnica, chegando nos atletas é essencial para o sucesso de um elenco de futebol, além, é claro da credibilidade”, pensa Braz.

Sinceramente, foi mais uma aula que tive e que aprendi às lições; eu que pensava que sabia muito de bastidores, não sei a metade.

“Em oito meses no Baenão, silenciosamente, fui 15 vezes à sede da CBF – Confederação Brasileira de Futebol – tratar de temas relevantes para o CR e que, necessariamente, não é preciso o dirigente aparecer”, confirma Braz.

E desde a primeira vez que o entrevistei, ele insiste em afirmar que o “Remo precisa ajustar sua realidade à necessidade para se credenciar à elite do futebol brasileiro”.

Examinando o período que esteve no Baenão, Braz vendeu cinco “perebas” e salvou o CR de uma dívida estratosférica com Vizeu, que tinha contrato de dois anos com o Clube. E colocou o Kadu no Botafogo.

A presença de Marcos Braz no Baenão mostrou que o nosso futebol é uma “mina de ouro”, mas nos falta quem tenha conhecimento, prestígio e exímio negociador no mercado da bola.

Entre um gole de café e uma mastigada no cuscuz amanteigado, igual Graciliano Ramos com a sua sinceridade, disse-me que “não se critica arbitragem” e que o Dr. Alexandre Coelho é seu amigo.

Então, eu cá, “mucurento”,  parodio o Dr. Freud: “A rejeição é o melhor expediente para nos livrar de culpas que a nossa consciência rejeita”. Eu, hein?!

É o que há!

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