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ABECEDÁRIO DO RE-PA

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A – A base de um time de futebol está alicerçada nos pilares: técnico, tático, físico e emocional.

B – Base do Paysandu, emocionalmente, está bem orientada e não treme diante do poderoso Remo.

C – Confiança é o estigma do time bicolor.

D – “Dinheiro é um bom servo, mas um péssimo senhor”.

E – Elenco do Remo, tecnicamente superior, mas não marca e às linhas espaçadas.

F – Fragilidade defensiva do Remo por não ter cobertura. “Incerteza e acaso, incidentes e acidentes”, é o time azulino.

G – Grã-fino elenco azulino tem demonstrado a falta de repertório tático dentro de campo.

H – Humildade é a marca da diretoria alviceleste, que prefere o silêncio.

I – Ítalo sabe ir à defesa e voltar rápido ao ataque.

J – Júnior Rocha é pragmático por saber posicionar seus jogadores dentro de campo.

L – Lucão e Castro, “casamento perfeito” na defesa bicolor.

M – Marcinho, o dono do meio-campo no RE-PA.

N – Nariz empinado de alguns dirigentes leoninos esquecem que o “dinheiro não pode controlar tudo”.

O – Osório, o técnico, lhe faltou clarividência na formatação da equipe, ao “inventar” Marcelinho na lateral-esquerda, tendo Cufré, o de ofício, no banco.

P – Pedro Henrique, que sonha ganhar ótimo salário, “engoliu” Pikachu e Patrick de Paula.

Q – Quando li o que disse Antônio Carlos Teixeira – “A chance do Paysandu ganhar o campeonato foi hoje” –, esquece o presidente que soberba tem prazo de validade.

R – RE-PA: de um lado “Fenômeno Azul”, do outro, “Convulsão da Natureza” –  “Água”, “Sol” e “Sal” – Vida, brilho e sabor numa só “catedral”.

S – Senso comum na diretoria bicolor é de que o time do tostão chegou aonde ninguém esperava.

T – Talento e dinheiro tem o Remo; Paysandu tem pés no chão e tática.

U – Unanimidade não existe nos números do RE-PA: para jornalista Ferreira da Costa, 782; para o historiador Orlando Ruffeil, 775.

V – Volta e meia há quem não volte mais para o Baenão.

W – “What’s Up” (E aí?) Na letra desta música (4 Non Blondes) há um verso que retrata o momento bicolor: “Tryin’to get up that great big hill of hope” (Estou tentando subir aquela grande colina da esperança). É o PSC.

 X – Xadrez é o campo de futebol para o técnico Júnior Rocha: tem que ser inteligente pra saber mexer e jogar.

Y – Yago Pikachu jogou bola?

Z – Zen estou em busca de mim mesmo.

P.S: Nesta terça-feira, 3, estarei sob os cuidados do bisturi do Dr. Kelvyn Sallorran, no Hospital da Beneficência Portuguesa, e, cuidando do meu velho corpo, ficarei por alguns dias ausente dos meus “condomínios” digitais e do programa SHOW DE BOLA, da Rádio e TV Marajoara. Tô morto!

(Foto: Toti)

É o que há!

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