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TCHAMBA, O FÔLEGO DE GATO

Contra o Grêmio-RS, o futebol foi injusto e, ao mesmo tempo, ineficaz com o time do Remo.
Time leonino realizou muito, principalmente no primeiro tempo, mas não produziu nada diante de um time gaúcho, tecnicamente, inútil.
Para Nelson Rodrigues, “muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida…Não se faz futebol com bons sentimentos”.
Sem desculpas! Falta de aptidão cognitiva!
Faltou atitude para alguns jogadores azulinos, que recebem ótimos salários, e em dia, para dar um “chocolate” histórico numa das maiores “locomotivas” do futebol brasileiro.
Espero que o futebol apresentado pelo time de Léo Condé, contra o Grêmio, seja “o fim sem fim do começo de tudo”. Ou seja: o ponto de partida de um futebol coletivo e dinâmico com as variações táticas e finalizações pontuais.
Que o elenco leonino se espelhe na atitude do zagueiro Tchamba, que não tem bola perdida, que gesticula, que grita com os companheiros. Atitude de vencedor. Determinação e fôlego de gato.
Onze contra onze, o Remo marcou, teve condução da bola, chutou a gol, cabeceou, mas não acertou o alvo…
Andando nesta areia por 54 anos, aprendi, ouvindo ótimos “professores”, que no futebol não é a capacidade que se tem, mas o que fazer com as oportunidades que aparecem em nossas frentes.
Time leonino perdeu a grande oportunidade de golear o Grêmio e fazer história.
É o que há!
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