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TRABALHO TÉCNICO JURÍDICO DE BRUNO CASTRO

Os ótimos advogados pensam com clareza e identificam às inconsistências jurídicas num processo, que às vezes estão nas entrelinhas.
Juridicamente, diretoria bicolor está alicerçada nas análises técnicas jurídicas dos advogados: Bruno Castro, Silvio Neves, Mateus Casemiro, Andrey Damasceno e Gabriella Sifuente. Desses 5 mestres do direito trabalhista, eu conheço, desde 1996, Bruno Castro, quando chegou à Curuzu pelas mãos do presidente da época, Ricardo Rezende.
Bruno conhece a instituição PSC na essência…
Fui a 16ª vara do TRT-PA, hoje, para acompanhar audiência do processo Rossi, que cobra do PSC, precisamente, R$ 5.148.706,67, mas a sessão aconteceu on-line, e depois de defesas ásperas dos advogados das partes, não havendo acordo na proposta de conciliação, a juíza Erika Moreira Bechara suspendeu a ação “até o julgamento final do processo mencionado”.
Consultei advogado trabalhista, que não deseja ser nominado, e que pela decisão da magistrada me revelou que o “jurídico bicolor – Bruno Castro – sustentou a defesa baseada no que alega o Rossi, e que a magistrada suspendeu a ação em estrita observância à decisão do STF, proferido pelo ministro Gilmar Mendes”, pontuou.
Insistindo sobre se há fraude nesses contratos, advogado acrescentou: “…no âmbito do Tema a repercussão é geral. A controvérsia central da ação, que envolve alegação de fraude, em contrato de direito de imagem firmado com pessoa jurídica é exatamente uma das matérias cuja tramitação foi sobrestada em todo o país por determinação do Supremo Tribunal Federal, com efeito vinculante”, concluiu.
Jornalisticamente, o meu ponto de vista, o resultado de hoje foi altamente favorável ao Paysandu, pelo que captei nos corredores do TRT: “Bloqueia o avanço da demanda, neutraliza riscos imediatos de condenação e desloca o cerne do processo para o STF, a quem depende a decisão definitiva e vinculante, os limites legais dos contratos de imagem no futebol profissional brasileiro”.
Numa outra audiência, em outra vara, o juiz transferiu para outra data o processo do André Lima.
É o que há!
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