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EXPECTATIVA NO DEPOIMENTO DE LUIZ OMAR

Luiz Omar Pinheiro, ex-presidente bicolor (2008-2012) foi convocado pelo juiz da 12ª Vara Cível Empresaria de Belém, Ivan Delaquis Peres, como testemunha do processo “Pikachu”.
“Estarei lá”, disse-me Luiz Omar.
Atleta Pikachu empresta o nome ao processo, porque o jogador foi vendido ao empresário Luiz Henrique, em 2012, pelo Paysandu por 750 mil reais. Luiz Omar era o dono do trono bicolor.
“Seu” Lisboa, pai do Yago Pikachu, representante do atleta, recebeu 36 mil reais por concordar com a transação.
Ao final do contrato com o PSC, em 2015, Pikachu foi para o Vasco da Gama.
À época, o Presidente bicolor era o Vandik.
Em segredo de justiça, processo, que tramita na Tribunal de Justiça do Pará desde 2022, e que tenho vivenciado, via bastidores, observo a indolência, a dissipação, a mentira e, ao final, a verdadeira obrigação da revelação da verdade.
Desde o Jardim do Édem, que o homem joga as responsabilidades dos seus erros para outrem.
O que interessa a este velho jornalista é a verdade que está escondida neste processo, e que lá estarei, dia 11 de maio, às 10h, observando as fisionomias dos advogados Armineyde Abtibol e André Lopes (defendendo os interesses do Luiz Henrique) e do presidente do PSC, Márcio Tuma, que me disse que estará presente, e a quem cabe revelar verdades, Luiz Omar Pinheiro perante o “capa preta”.
É o que há!
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