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CAPITALIZANDO BONS NEGÓCIOS

Agindo com correção e transparência, diretoria bicolor começa a capitalizar bons dividendos.
Este velho jornalista esportivo inquieta-se, desce ao fundo das notícias e, ao final, revira fatos escondidos.
Há quem silencie fatos e não se redime facilmente, mas sempre há um “papagainho” que tudo ouve e me assopra aos ouvidos.
Sou de uma geração tarada por “furos” e, assim sendo, não corro atrás de nada e nem acho, busco incessantemente, checo, às notícias que chegam ao meu “amante”, o celular.
“Junior Rocha teve a “pacoteira” do Sporte Recife para deixar a Curuzu”, disse-me fonte.
“Não. Tenho que concluir meu projeto para o Paysandu”, respondeu o assaz e louvado técnico bicolor.
Uma outra fonte me diz: “Zequinha, três engenheiros da VALE estiveram no CT “Raul Aguilera” em dia da semana passada fotografando a área”.
E a melhor de todas: “Zequinha, o Marcio Tuma comprou a casa colada no muro da Curuzu, na travessa do Chaco”.
Fui até o local. Em lá chegando, chamei pelo velho costume: “Ô de casa!”.
Pelo corredor da casa aparece uma jovem a quem disse “bom dia”.
“Eu sou corretor de imóveis e soube que esta casa está à venda. É verdade?”, indaguei.
“Minha tia já vendeu”, respondeu a moça.
“Pra quem?”, inquiri. “Para a diretoria do Paysandu”, respondeu sem mememe. “Obrigadinho”.
“Lacei a loba”, pensei. E de dentro do carro espalhei pro mundo.
Bonito pra cara daqueles que diziam, após a recuperação judicial, que o Paysandu estava falido.
Clube falido não compra KINEL e nem imóvel avaliado em 650 mil reais pra alargar a arquibancada.
É o que há!
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