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CASTRO RECEBE O PERDÃO

Não é a primeira vez que o desportista religioso Alberto Maia perdoa jogador bicolor.
Não sei o que se passou no encontro do zagueiro Castro com o alto comando bicolor. Sei que rolou desculpas e perdão.
Quando presidente alviceleste, no período 2015/16, Alberto Maia deu várias oportunidades para o incorrigível Leandro Carvalho, que o advogado e jornalista esportivo Hamilton Gualberto o denominou de “bom de bola, mas ruim da bola”.
Paysandu alugou apartamento às proximidades da Curuzu para Leandro Carvalho e família, e não deu jeito.
Zagueiro Castro talvez tenha personalidade complexa e precisa de apoio, e, neste momento, penso que o clube pode ajudar o ser humano. Aliás, só depende dele. Tem que ter vontade. Atitude.
Em o “Pequeno Príncipe”, a raposa diz: “Você se torna eternamente responsável pelo que cativa”. Castro tem que cativar a oportunidade que a diretoria do Paysandu está lhe dando e mostrar para o “espartano” técnico Júnior Rocha que não pagará mais multa à “caixinha” por chegar atrasado.
Márcio Tuma, Maia, Marcelo e Vandik perdoaram, e cabe ao jogador Castro, agora, corrigir seus erros como atleta profissional e não falhar mais.
Castro tem que se perdoar a si mesmo, e só assim se tornará livre do passado.
É o que há!
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