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A PRAGA DA VAIDADE

Neymar não gostou de ter levado um “guiza” do garoto Robinho (filho do famoso Robinho, que está “engaiolado”), no treino, e – diz que – esbofeteou o jovem atleta.
É o “pecado favorito” das grandes estrelas do futebol, que ao se aposentarem pregam a ótima civilidade, em palestras.
Sorriso maléfico do “diabo”, no filme ADVOGADO DO DIABO, quando Al Pacino (no papel do fute) olha para a plateia e diz: “Definitivamente, a vaidade é o meu pecado favorito”.
1981: de Macapá chega no Baenão Mário Palito, 18 anos, um 8 habilidoso, trazido pelo Dr. Roberto Macedo.
No Baenão havia um “tigre” chamado Luís Augusto, volantão destemido e tinha fôlego para transitar de uma intermediária à outra. A bola tinha que passar por ele.
Num coletivo, arquibancadas do Baenão “teitei” de torcedores, Mário Palito, no time reserva, recebe a bola e o “tigre” vem pra cima do garoto rosnando, Palito, com destreza, mete a bola entre as “canetas” da “fera” …
Arquibancada aplaudiu de pé.
Em campo a “desmoralização” passou como “nuvem passageira”, mas, após o coletivo, no vestiário, Luís Augusto “cascudou” Mário Palito, que teve que ficar quietinho, choramingando, porque ele teria “humilhado” o “tigre”.
Atacante Jason, que passou pelo Paysandu, em 1977; Remo, em 1979, depois Flamengo-RJ, 1982, num treino, na Gávea, porque não passou a bola para o Zico, foi chamado atenção.
Jason, que era atacante que gostava de driblar e fazer gols, não se adaptou ao “esquema” do “compadre Júnior” e “compadre Zico”, não ficou no rubro-negro carioca.
Na foto, o CR de 1981: Balbino, Izidoro, Pedrinho, Bracali e Marcos. Agachados: Amauri, Josué, Dadinho, Duarte e Mário Palito.
É o que há!
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