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“NÃO É NORMAL”

“Zeca, com os torós que desabaram em Belém, parte do novo gramado do estádio da Tuna virou piscinão”, falou-me fonte.
Como sou ainda o tipo de repórter que vou “in loco” constatar o fato, estive, na manhã de sábado, 16, no “Chico Vasques” e presenciei operários espalhando areia sobre o novo “tapete”.
No corredor do estádio, pelo lado das cabines de rádio e TV, posicionei-me e por mais de 30 minutos assisti a tarefa estranha.
Acionei Vinícius Pacheco, executivo luso, para me explicar a “anormalidade”.
“É assim mesmo, Zeca. Depois deste trabalho de espalhar areia, passa-se o rodo para nivelar o gramado”.
Consultei quem entende do “riscado” e a informação não é das boas: “Não é normal”.
Gente ligada a Tuna informou-me que a diretoria do clube não pegou em dinheiro vindo da CBF e nem contratou empresa para reformar o gramado, vestiários e cozinha do estádio “Francisco Vasques”.
“Tudo é administrado pela Federação Paraense de Futebol. Se o serviço está sendo mal feito, quem tem que se explicar é a empresa contratada”, disse-me fonte.
Pelo que se sabe, a CBF liberou 650 mil reais líquido para a reforma do estádio da Tuna Luso Brasileira.
É o que há!
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