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BURRICE

Remo jogou bola até fazer 1 a 0, aos 13’, por intermédio de Jajá, que foi “burro” em mostrar o “saco” para o zagueiro Benevides Gaston, nos acréscimos do 1º tempo.
O jajá, que apareceu nas costas do lateral Gilberto para colocar o Remo em vantagem no placar, foi o mesmo que se tonou vilão ao ser expulso pelo gesto obsceno.
Meio-campo azulino não existiu.
Alef Manga e Pikachu não entraram no jogo.
“Furacão” tem time leve, solto e compacto.
Àrbitro Rodrigo José (PE) errou em anular gol “sem querer” de Zapelli: aos 25’, Gilberto cruza, a bola resvala em Tchamba e toca no ombro de Zapelli (que estava colado ao corpo) e entra igualando o marcador. Gol legitimo anulado.
Com a saída pelos lados, “Furacão” empata, aos 44’, através de Viveiros, em jogada típica de atacante que não desiste da jogada: escapou de Tchamba, escorrega, se equilibra e joga a bola no contrapé de Marcelo Rangel: 1 a 1.
Mudanças azulinas, na segunda etapa, não deram resultados esperados.
Aos 7’ Jadson visualiza a brecha entre os zagueiros remistas e assiste ao artilheiro do brasileirão: Viveiros, 2 a 1 Athletico-PR.
Aos 34’ o árbitro marca penalidade de Claudinho sobre Marcinho. O VAR anula porque foi jogada normal.
O VAR voltou a ser acionado aos 43’ com o gol de Leozinho, porque no início da jogada Renan Peixoto, que entrara no posto de Viveiros, estava impedido.
“Furacão” foi absoluto no segundo tempo.
Ato de Jajá me fez lembrar do Salmista: “Não sejam como cavalo ou burro, que não têm entendimento, mas precisam ser controlados com freios e rédeas; caso contrário, não obedecem”. (Foto: Luis Miguel Ferreira)
É o que há!
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