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HONRA E UNIÃO

Por intermédio do Dr. Domingos Sávio, Ronaldo Passarinho me manda dois pedidos.
1 – Agradecer Antônio Couceiro, em nome dele e da família Passarinho, pela revelação de que o ministro Jarbas Passarinho doou dinheiro ao Paysandu para a construção das arquibancadas do estádio Leônidas Sodré de Castro.
2 – Agradecimento à postagem neste “condomínio” às palavras elogiosas do Antônio Couceiro ao ministro Jarbas Passarinho. Abraço.
Dr. Domingos Sávio sustenta a verdade de que dois nobres remistas ajudaram muito o PSC: Ronaldo Passarinho, quando Ministro da Educação, no governo Médice, no período de 1969-74, e Helder Barbalho, quando governador, recentemente.
UNIÃO
Se dois remistas ajudaram muito o PSC, então bicolores e remistas se uniram para ajudar Daniel Pampam, o torcedor e influenciador bicolor.
O bicolor Marcinho e o remista Agnaldo, àquele, o dez alviceleste, e este, o aposentado “Seu Boneco”.
Na Curuzu e no Baenão sempre houve jogadores de almas caridosas, que têm essências cristã.
Na década de 80 até 90 andava pelo Baenão o “Mudinho”, que Agnaldo e colegas o ajudavam com roupas, sapatos e alimentos.
Na Curuzu, o Paulinho, adotado pelo “Cabinho”, e que até Miguel Pinho se divertia com as “tiradas” do garoto bicolor.
Sobre Pampam, descobri que por 15 anos, Agnaldo o tem como “filho” sempre disposto a lhe estender às mãos, sabendo que ele é torcedor do Papão, mas que nunca tentou induzir o Pampam a ser azulino. Respeitou – e respeita – a paixão do seu “filho” pelo Paysandu.
Monumental José Saramago, em O Evangelho Segundo Jesus Cristo, afirma que quando indagaram a jesus se ele era filho de Deus, respondeu: “Quem tiver ouvidos que ouça, se não dividirdes, não multiplicareis”.
A profundidade desta resposta está na postura do cristianismo: é fazer o bem sem ver a quem.
É o que fazem gente como Marcinho e Agnaldo: “dividindo” o que têm com o abençoado Pampam.
É o que há!
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