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TÉCNICA X CIÊNCIA

Segunda-feira, 29, o mundo da bola terá a oportunidade de assistir quem tem mais poder: se a forma cientifica da seleção de Hajime Moriyasu ou a técnica individual da seleção canarinho.
Indagado por uma repórter se ele estava preparado para encarar o Brasil, Moriyasu disse que está preparado para se confrontar com qualquer seleção do mundo.
Não à toa, que a seleção japonesa é comandada havia 8 anos pelo mestre Moriyasu e, neste período, ainda não perdeu para nenhuma seleção europeia: em 2022 ganhou das potências Alemanha e Espanha: em 2022, a seleção japonesa caiu nas oitavas de final perdendo nos pênaltis – 3 a 1 – para a Croácia.
Zico é o ídolo do técnico japonês, e o futebol paciente, procurando espaços vazios e toques de bola rápido, faz da seleção nipônica um conjunto cerebral e coletivo.
Entre ser um mistério e um revolucionário, Hajime Moriyasu é tratado no mundo esportivo com um revolucionário, estudando futebol como uma ciência aplicada dentro das 4 linhas.
Jogadores japonese são obedientes e aplicados, e Eliércio Santino acrescentou: “disciplinados”.
Pelo que vi dos nipônicos contra a Suécia, eles são dedicados naquilo que o técnico determina a fazerem em campo: sem pressa para chegar à zaga adversária, tocando a bola de pé pra pé.
Penso ser um jogo fascinante entre a técnica individual dos jogadores brasileiros contra o avanço coletivo dos japoneses.
Será um jogo para o meio-campo decidir a parada.
É o que há!
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