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NESTE DOMINGO, 3 BATIDAS NA MADEIRA POR 2 VEZES

O futebol é injusto, mas eficaz.
“Quem não faz, leva”.
“A bola pune”.
“O futebol é um jogo de erros”.
Meus gostosinhos e gostosinhas, quando vi o Paysandu perder carrada de gols contra o Ypiranga-RS, pela C, do Brasileiro, e, o Brasil, contra a Noruega, perder pênalti, goleiro Nyland fazer “milagres”, bati na madeira 3 vezes.
Pode ser superstição. Mas tem um quê de fundamento, pelo menos nos jogos que retrato neste texto.
Na minha mente passaram às 4 expressões que iniciam este texto. Todas verdadeiras.
Na minha busca por conhecimento lendo assazes louvados autores teólogos – Brennan Manning e C.S.Lewis – deparei-me com expressões que exprimem o momento atual do futebol brasileiro.
“Deus nos dá o bote e os remos, mas diz: ‘remar é com você’”. O bote brasileiro teitei de soberbos que vivem pensando que o Brasil é o melhor do mundo no futebol. Não é mais, a partir de que nenhum técnico brasileiro comandou uma seleção na atual Copa do Mundo.
A imagem da sociedade brasileira reflete no futebol, em que o presidente da CBF teve que se ausentar do comando da delegação para vir ao Brasil resolver problemas de relacionamento familiar.
Harmonicamente, os noruegueses souberam remar. A imagem da torcida norueguesa imitando remadas é reveladora.
País honesto, povo feliz. A Noruega está entre às nações que a honestidade e a felicidade são estigmas da sociedade.
A definição exata do atacante Haaland está neste pensamento: “O jogador bom é aquele cujos olhos, músculos e nervos estão bem treinados pela execução de boas jogadas que se tornam de confiança”. Haaland é do outro mundo. A bola chega e ele sabe o que faz.
Meio-campista 8 Berge foi o pensador do time norueguês: viu e soube explorar os espaços deixados pelos brasileiros Bruno Guimarães, Casemiro e Martinelli.
É o “powerPoint” do time.
Com grandeza, time norueguês, desmascarou não a seleção brasileira, mas a estrutura política, social e econômica de um país de ladinos, corruptos, traficantes e ladrões.
É o que há!
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