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MESSI E A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Antes do jogo Argentina e Inglaterra, pela semifinal da Copa do Mundo, postei no “eks”: “Acredito no time de Messi e Cia; o time joga pra ele, e com a bola colada no pé esquerdo sabe o que faz”.
Argentina venceu de virada: 2 a 1.
Vi três gênios jogarem em alto nível após os 35 anos: Pelé, Cristiano Ronaldo e Messi.
Acredito na seleção argentina contra a Espanha, na final, neste domingo.
Gênio. Alma. Coração. Sangue. Colhão roxo. Tesão e orgulho de ser argentino. É o time do técnico Lionel Scaloni, que tem mostrado ao mundo que “o medo de perder tira a vontade de ganhar”, expressão consagrada pelo técnico brasileiro Vanderlei Luxemburgo.
Time de Luis de La Fonte, contra a França, aplicou a “roda coletiva” com os laterais – Porro e Cucurela – não permitiram que a bola chegasse em Dembele e Olise.
Rodri, o volante, multiuso: defende com aplicação, com a bola nos pés corre pra frente; não erra passes; não joga para os lados. É um eficiente passador.
Vendo-o jogar, lembro do volante Pirlo da seleção Italiano, que o vi jogar, em 2006, na Alemanha, e no Brasil, em 2014. Em Berlim, 9 de julho, vi Pirlo comandar a campensíssima seleção comandada pelo técnico Marcello Lippi.
Laporte e Cubarsi, os zagueiros, são altos e sabem sair jogando.
Inobstante, acreditar no time argentino, penso que quem errar menos passes e tiver passes precisos, ganha o jogo.
Contra a Inglaterra, Messi não cruzou as duas bolas que originaram nos gols da vitória, ele foi excelente passador.
Aos 39 anos, vendo Messi jogar fico a pensar que dentro da sua cabeça há um programa de Inteligência artificial.
É o que há!
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