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NÃO É MONSTRINHO
Advogado e jornalista diplomado Hamilton Gualberto me dizia que “uma amizade que não resiste a divergência, não há relação afetiva”.
O corte do cafezinho na cozinha do Baenão, que causou desconforto em redes antissociais, fez-me posicionar a favor do CR, porque quem sabe da despensa da concentração é a diretoria, como, como qualquer provedor de lar sabe o que é manter sua cozinha, e, às vezes, é necessário cortar gastos.
Com o “fute” no coro, Eliércio Santino, no seu programa, na Rádio Povo FM, 94.3, manifestou-se contrário a minha opinião, mas foi além dos limites de civilidade: acusou-me de “ponteiro”. Ou seja: o presidente Antônio Carlos Teixeira estaria me pagando para fazer a defesa da sua diretoria.
No meu estilo me defendi nos meus “condomínios” digitais: “Blogue”, “Feice” e “Eks”.
Repercutiu. Conhecendo o alma de Eliércio Santino, não o procurei para tomar satisfação, porque meu Deus me tocava apontando para a magnanimidade do Homem (com inicial maiúscula, mesmo) Eliércio Santino, que, à época da pandemia, chegava em casa com o carro teitei de cestas básicas, doava-me duas e saíamos pra distribuir em casas de caridade.
Cedo desta sexta-feira, 18, um carrão buzinou na porta do meu cafofo. Era ele…
Pediu licença, entrou, se amesendou, descascou camarão e confirmou que não é impiedoso, monstrinho…
Reconheceu que errou contra mim e o Clube do Remo. Palmas!
É o que há!
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