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CHORA, ELIÉRCIO, CHORA

Penso que uma boa amizade é coisa de Deus.
Minha primeira grande amizade foi com papai e mamãe: ele dizia pra eu levantar a cabeça e olhar no seu olho pra me dá porrada, após aprontar…; ela, através de empurrar carrinho de tacaca, forjou meu caráter através do trabalho: “Vamos trabalhar, meu filho, que de hora em hora Deus dá”.
Essas essências estão em mim.
Sou homem de poucas amizades, porque quando minha áurea não aceita o cheiro de alguém, não vem que não tem. Sou seletivo.
Em Belém foram (e são) poucos meus parceiros. São contados nos dedos das mãos.
Atualmente, além de Mateus (minha última sementinha) e dona Elô), tenho em Eliércio Santino, Paulo Fernando, Nelson Torres, Raimundo Feliz profunda amizade e desses apenas Feliz nunca divergimos.
A metanoia que há em mim, me faz pensar nas amizades de Paulo e Epafrodito; jesus e Maria Madalena, o Mestre e os seus discípulos.
Depois de ter me chamado de “ponteiro”, houve um “hiato”, por pouco tempo, entre mim e o Eliércio, mas para selar de vez nossa amizade, resolvi fazer uma surpresa ao parceiro, em seu programa, às 9h30, na Povo FM, 94.3 ao som e letra de AMOR ETERNO, da Vick Souza.
Eliércio, que haja em você a resiliência de Jó; a obediência de Noé; a fidelidade de Daniel; a funda certeira de Davi; a fé de Abraão; o cajado de Moisés; as lideranças de Josué e Gedeão; a insistência de Zaqueu; a persistência da mulher do fluxo de sangue em tocar em Jesus; a estratégia de Abigail e o talento do apóstolo Paulo, o grande escritor bíblico.
Silêncio no stúdio…
“O amigo ama em todos os momentos: é um irmão na adversidade”, escreveu Salomão.
É o que há!
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