“O INVISÍVEL”

Os teólogos afirmam que “o invisível é a natureza da fé”.
Time bicolor faz a gente acreditar no invisível, no surreal.
Ganha de 1 a 0 da Ferroviária, na Curuzu, e Inter de Limeira e Brusque empataram em 2 a 2, e, com este resultado, o PSC continua tentando ver o invisível.
Na última rodada, Paysandu precisa vencer o Brusque, e a Ferroviária vencer a Inter de Limeira, para que o time alviceleste veja o “invisível”.
Com o futebol primoroso de Pablo Alcântara, time bicolor jogou no campo da Ferroviária com Ítalo, Pego e Marcinho tiveram as melhores oportunidades de gol, mas erraram o alvo.
Numa jogada individual de Pablo Alcântara, driblando dois adversários, foi parado pelo terceiro com falta frontal a área de Denis Júnior.
Cobrada por Caio Melo, aos 33 minutos, a bola foi parar no fundo da rede: 1 a 0 Paysandu.
No segundo tempo, Pego e Ítalo tiveram as oportunidades de ampliar o placar: Pego jogou a bola pro alto; Ítalo chutou, o goleiro desviou a bola no travessão.
Tocando a bola, Albano comandava às ações, e Barreto, na frente, levava perigo ao gol de Drosny, que aos 50 minutos obrigou goleiro bicolor a jogar a bola para escanteio.
O maior adversário bicolor é o “jogo de compadre” entre os dois paulistas.
É o que há!




