“PAX ROMANA”

Não à toa que o poderoso Grêmio (RS) e o Clube do Remo estão melados de “graxa” na “A” do Brasileiro.
Às mãos de obras dos dois times são de qualidades inexpressivas, salvas algumas exceções.
Os dois goleiros – Marcelo Rangel (CR) e Weverton (Grêmio) – fizeram a diferença.
No jogo Remo 1 x 1 Grêmio, os times não apresentaram meios-campos criativos e se limitaram às bolas lançadas para os jogadores de beiradas.
Davi de Oliveira Lacerda (ES) e o “varista” Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro(RN) demonstraram seus caracteres duvidosos ao não marcarem a penalidade cometida pelo zagueiro Kanneman (ele estava de abraço aberto e a bola a tocou). Em grande parte, é o caráter do apito brasileiro.
Há 74 dias, time azulino não vence no Brasileirão da A. A última vitória aconteceu no dia 26 de julho, ao vencer o Vitória(BA) por 2 a 0.
Uma espécie de “Pax Romana” reina na comunidade azulina, ao que parece consciente da qualidade inferior do elenco, e, assim sendo, a eleição do dia 8 de novembro mexe com os bastidores do clube.
Na tarde desta quinta-feira, 8, a chapa REMO, RENOVAÇÃO E TRANSPARÊNCIA foi registrada, tendo o advogado Gilmar Nascimento (presidente) e o médico Ricardo Ribeiro e o político Adalberto Rocha os vice-presidentes.
Empresário Jader Gardeline, que já foi diretor comercial e candidato à presidência do Remo, em 2023, confirmou apoio ao candidato Glauber Gonçalves.
É o que há!




