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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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“33”, O TABU “CALÇADO”

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 25 de junho de 2023 às 20:09 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 12:55— leituras

No período de 31.01.1993 a 13.04.1997, Remo ganhou 20 partidas e empatou 13 com o Paysandu, com a sequência sendo conhecida como TABU 33.

Raimundo Ribeiro, Aldebaro Klautau, Junta Governativa e Roberto Porto foram os donos do trono pelo lado azulino.

Rui Sales e Ricardo Rezende comandaram o Paysandu de 93 a 1997.

“Time entrava em campo ‘calçado’”, revelou Sérgio Dias no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara.

Remo tinha um elenco formidável de jogadores das qualidades de Flávio (goleiro) Agnaldo, Belterra, Luciano Viana, Dema, Cametá e outros; do outro lado, Paulo Vitor, Pedrinho, Oberdan, Mendonça, Walber, etc.

“Dessas 33 partidas, 20 foram “cartas marcadas”, ou seja, “calçadas”, sentenciou o ex-diretor leonino Sérgio Dias.

Sem citar nomes (uns estão vivos, outros já morreram), Dias confirmou que apitadores patifes se vendiam a “troco de pneus pro carro; chuteiras, celulares (modalidade surgida em 1994) e dinheiro vivo colocados em bolsas deixadas em vestiários”.

Questionado sobre o comportamento, Sérgio Dias revelou que “dirigentes do Paysandu “roubaram” jogadores azulinos de dentro da concentração, em Castanhal”.

Ubirajara Salgado, Manoel Ribeiro, Raimundo Riberio e Ronaldo Passarinho (este, diretor) foram os dirigentes mais vitoriosos, porque sabiam comandar e delegavam poderes aos seus diretores.

Contestando meu posicionamento, Sérgio Dias defendeu o Conselho Deliberativo, ao comando de Milton Campos, como órgão atuante.

Assim como os 7 a 0, “Calçado” ou de “cartas marcadas”, o “33” são inesquecíveis. Estão na história do clássico futebolístico mais jogados.

É o que há!

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