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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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A VULGARIDADE DO MAL

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 08 de novembro de 2023 às 19:57 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:01— leituras

Em Belém, homens sem escrúpulos sonham (e conseguem) comandar clubes e federações.

Todos pensam no prestígio, de forma súbita, que o futebol alcança. São cínicos.

Muitos fingem que não vêem, mas quem vive antenado com o mundo esportivo da terrinha, viu que a CBF passou uma semana em Belém e o presidente Ednaldo Rodrigues não foi à Casa do Futebol. Tudo foi acordado com a SEEL – Secretaria de Esporte e Lazer. Bororó é mil anos.

A eleição azulina está fervendo nos bastidores. “Do pescoço pra baixo é canela”, ironizou o ótimo advogado Jorge Borba.

A plenos pulmões às acusações de “bandido”, “mau-caráter”, “marginal”, “não vale porra nenhuma” e vídeo mostrando trambique estão rodando em grupos de “uatizap”.

Bem antes, tentaram manchar a honra do Tonhão. Não conseguiram.

Jader Gardeline deveria renunciar, porque teve o peito de dizer que “tem empresa sólida…”

Nesta nova ordem do futebol paraense o “mal está despindo o manto da banalidade” e identifico que homens vaidosos, ladinos, zé da boquinha, “camafeu”, individualistas mostram seus ids malévolos pensando no fortalecimento da corrupção quando dono do trono e ainda mais: pensando nos seus próprios bolsos.

Na minha conversa com candidato Marco Pina lembrei a ele a filosofia do “Advogado do Diabo”, de Al Pacino (1997): “Definitivamente, a vaidade é o meu pecado favorito”.

Só conheci um homem que reconhecia publicamente sua vaidade: “Eu pago minha vaidade”, dizia Miguel Alexandre Pinho.

Muitos homens precisam controlar suas vaidades, principalmente os cínicos corruptos, ladinos e espertos que vivem no futebol paraense.

Clube do Remo não merece passar pelo que está passando.  Os sócios têm a obrigação de fazer leitura de quem tem passado e presente dignos.

Chega de cartola! Remo precisa de gestor que seja inovador para que o Filho da Glória e do Triunfo em breve possa ser – como já foi – destaque no cenário nacional. E respeitado!

Clube é paixão. “Futebol”, também, “é paixão. Com frequências estas paixões podem influenciar na hora de tomar decisões”, pontua Ferran Soriano em A BOLA NÃO ENTRA POR OCASO.

É o que há!

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