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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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CONCILIAÇÃO

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 30 de abril de 2026 às 19:46 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:44— leituras

Devidamente acordado, perante a juíza Sandra Maria Ferreira Castelo Branco, da 10ª Vara Criminal de Belém, tenho que reescrever a sentença: “Ex-presidente do PSC, Luís Omar, ‘estuprou’ o clube”, publicado em dia do mês de fevereiro neste “condomínio”.

Quando intimado pela justiça para substituir alguns termos no post e no “éks” (ex-twitter) o fiz de imediato, comunicando o querelante (Luís Omar), via “uatizap”, e ao mesmo tempo o advogado Marco Antônio Pina.

Ao deletar os termos, concluo que o computador é um presente divino, e que a burrice e a maledicência são insurreições contra o bom senso.

Na audiência desta quinta-feira, 30 de maio, quando me foi dada a palavra, fiz ver à magistrada e aos presentes que o “estupro” (aspeado), no texto, teve o sentido oposto, ou seja, uma ironia. Não tinha sentido semântico (o verdadeiro significado da palavra), mas sim o “figurado”.

Entenderam que eu estava caluniando o homem, o pai de família Luís Omar Pinheiro, porque logo se espalhou como um “fogo-fátuo”. 

Sem panegírico, José Maria Trindade e Luís Omar Pinheiro, perante a magistrada, estenderam às mãos e se sentiram cheirados, mutuamente, e o velho jornalista-blogueiro com a obrigação de afirmar que “Luís Omar não é estuprador”.

Com juízo justo, fraternal e alegre da magistrada Sandra Maria Ferreira Castelo Branco, a audiência terminou em risos largos porque às partes são “mucurentas”.

“Ler significa pensar com uma cabeça alheia, em vez de pensar com a própria”.

“Obrigadinho, advogado Marco Antônio Pina.

É o que há!

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