CR TEM A MENOR FOLHA SALARIAL DA “A”

Na mais tenra idade, em Macapá, ouvia minha mãe dizer: “Não construa seu império sobre a ruína do império dos outros”.
Aos 76 anos, continuo produzindo para viver, consumindo para não morrer, apegado aos meus princípios espartanos aprendidos no seio da humilde família encabeçada por José e Maria.
“É errôneo servir-se de meios imorais para alcançar objetivos morais”, dizia Martin Luther King.
Se um monstro não caí, agora, será a desmoralização da justiça brasileira.
Meu fino leitor, que “milê”, a maldade impiedosa é a principal qualidade dos monstros e monstrinhos. Eles se sentem felizes com a desgraça dos seus alvos.
No submundo do futebol não é diferente.
Com as derrotas do PSC para o Maringá por 1 a 0, e 3 a 2 Coritiba sobre o Remo, os dirigentes Márcio Tuma e Antônio Carlos Teixeira, nas redes sociais, foram massacrados.
Pensando bem: que culpa têm os dirigentes se os atacantes ficam de cara com os goleiros adversários e erram o alvo?
Antônio Carlos Teixeira foi o mais ofendido pelos monstros, porque o gol da virada do Coxa foi de Pedro Rocha, artilheiro azulino ano passado.
“Zeca, Pedro Rocha esteve comigo, conversamos cordialmente, onde ele ponderou algumas situações, posteriormente através de seu agente/procurador ele fez sua proposta e nós a nossa, após várias tratativas, entre às partes, não chegou-se a um desfecho pretendido por nós, que seria a renovação do contrato do jogador”, revelou-me o presidente Antônio Carlos Teixeira.
O Coritiba levou o artilheiro por ter melhor estrutura financeira que à do Clube do Remo.
Dos vinte da série A, a mais baixa folha salarial é à do CR: 9 milhões de reais. À da Chapecoense, 13 milhões reais.
É o que há!




