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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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DEU “BRANCO”

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 24 de junho de 2023 às 20:30 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 12:54— leituras

Às vezes cismo do meu ‘ageísmo’.

Porque penso que faço leitura de futebol errada, em virtude do que ouço os comentaristas da DAZN falarem sobre cada jogo de CR e PSC.

No jogo Remo 1 a 1 com o Figueirense, não vi o que o Catalá viu: os inteligentes, em alguns momentos, têm seus instantes  de “branco cerebral”.

Catalá errou ao tirar a fonte de criatividade azulina, Pablo Roberto, e o infernizador do lateral Raí, o Pedro Vitor.

Primeiro tempo de domínio de bola e de espaço azulino, com a assistente Maria de Fátima anulando gol legítimo de Diego Ivo, aos 5 minutos.

Aliás, o zagueiro Diego Ivo foi o melhor em campo, ganhando todas, quando atacado, e saindo com a bola dominada da zaga para o meio.

Figueirense assistiu ao Remo jogar futebol. Vinícius não trabalhou.

O gol remista foi uma pintura surreal de Pedro Vitor, aos 15 m.

Paulo Baier, que quando jogador foi um lateral-direito ofensivo (e ótimo), no segundo tempo tira zagueiro Guilherme, entra com atacante Nícolas, passando o volante para ser zagueiro, que em seguida deixa o campo para a entrada de Barba.

Remo perde poder defensivo com a saída de Uchoa contundido, entrando Claudinei, e as entradas de jean Silva, no de Pedro Vitor, e Marcelo no posto de Pablo Roberto: Remo se atordoa e perde ofensividade.

Figueirense, que viu o Remo jogar no primeiro tempo, passa a ser ofensivo com às mudanças de Paulo Baier.

Mete bola no pé do poste direito em chute de Gustavo França, e Nícolas no poste esquerdo de Vinícius.

O gol de empate do Figueirense nasceu na falha de Jean Silva dento da pequena área, do que se aproveitou Leo Artur que chutou a bola resvala no zagueiro Diego Guerra e entra.

Ao final da partida, Jean Silva, que tem entrado mal nos últimos jogos, foi consolado pelo técnico Catalá, que também errou.

É o que há!

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