DO FIO DA NAVALHA AO PULO DO GATO

No dia 12 de fevereiro, diretoria bicolor anunciou a Recuperação Judicial com prazo de seis meses.
O mundo desabou na Curuzu.
“Profetas do apocalipse” anunciaram que o “Paysandu estava quebrado. Falido”.
A Recuperação Judicial foi conversada na administração Roger Aguilera com advogados Bruno Castro e Márcio Tuma, que entrou num avião e foi ter com os dirigentes da Chapecoense, que passava pelo mesmo processo devendo os cabelos da cabeça.
Os advogados que engendraram a Recuperação Judicial do clube catarinense estão dentro do Paysandu.
Mesmo “quebrado”, Paysandu ganhou os títulos do PARAZÃO, Copa Norte e Copa Verde.
Passados 180 dias do “antídoto” aplicado para que o Clube sobrevivesse, converso com o Dr. Bruno Castro, diretor jurídico do Paysandu, e informa o quê do juiz não designar a formação da assembleia dos credores do Clube.
“No caso como esse, é praxe que com o término do prazo inicial de 180 dias sem a designação da Assembleia, se pleiteie a renovação do prazo da blindagem processual (stay period), a jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça) autoriza expressamente o elastecimento do prazo para assegurar a estabilidade da reestruturação. Sei que há ‘urubus’, nesse processo, torcendo contra, mas os advogados que estão à frente da RJ do Paysandu trabalham muito bem para se alcançar o objetivo que é de todos que estão à frente do Clube garantirem a continuidade das atividades desportivas e o avanço seguro em direção à aprovação definitiva do Plano de Recuperação. Vamos conseguir pagar todos os débitos com muita organização e com apoio de nossa torcida que ajuda o Clube sendo sócio torcedor, comprando camisas e pagando seu ingresso”.
Diferente do PSC, Chapecoense cairá pra B, mas, em 2027, terá dinheiro em caixa pra contratar bons jogadores e fazer ótima competição nacional.
Felipe Lollato, Francisco Rangel Effting, Lucas Seni e Silvio Batista (gerente jurídico) e Bruno Castro (diretor jurídico) são os cabeças pensantes desta Recuperação Judicial bicolor.
É o que há!




