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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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“É MAIS UM LEÃO QUE MATAREMOS”

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 08 de novembro de 2024 às 09:13 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:19— leituras

“A arma do bom advogado é o silêncio e ter prestígio pra abrir portas”, dizia-me Paulo Rola, advogado criminalista mil anos da década de 80, torcedor bicolor.

Mais recentemente, conheci Dr. Antônio Maciel, que “passou”, e numa manhã de sábado, na feira da 25, me disse que além do silêncio, se preocupava com às “palavras que usaria na defesa”.

Desde que assumiu a diretoria jurídica do Paysandu, Dr. Márcio Tuma me atende, mas percebo que se trata de um causídico reduzido nas palavras para com este velho jornalista.

Há um mês, ao lhe perguntar sobre o processo “Pikachu” (que beira os 7 milhões de reais), Tuma foi lacônico: “Está acomodadinho no seu cantinho, Tudinho!”.

Para o bom entendedor, vírgula, bem colocada, é o suficiente para se entender o significado de uma expressão.

“Zé, o nosso corpo jurídico tem defendido o Paysandu em processos vultosos e, com estudos aprofundados das causas, o clube tem se livrado, ou quando não, fazemos acordos pela metade do que queriam, graças o bom diálogo que o presidente Maurício Ettinger mantem com os credores”, revelou Tuma.

Sobre o processo trabalhista de Hélio dos Anjos cobrando R$ 2,6 mi do Paysandu, Dr. Márcio Tuma foi irônico: “É mais um ‘leão’ que temos que matar”, e mais nada disse.

Insisti sobre o processo “Hélio-Náutico”, que a justiça reconheceu “justa causa”, repetiu: “É mais um ‘leão’ que temos que matar”.

Dr. Márcio Tuma foi eleito na chapa de Roger Aguilera vice-presidente de operações.

É o que há!  

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