“EL PATRON”

Acessível, mas hermético ao chegar no aeroporto de Belém, “El Patron” do Clube do Remo, foi monossilábico quanto às minhas indagações.
Gustavo Morínigo, 44, com passagens por Avaí-SC, Coritiba-PR e Ceará-CE chegou em Val-de-Cães, 12h, e foi recebido pelo executivo azulino, Sergio Papellin, e o empresário Miguel Kalluf Neto, intermediário da contratação do técnico paraguaio.
Ao chamá-lo de “El Patron”, Morínigo arregalou os olhos para mim, e eu o respondi: “É assim que você é conhecido em Coritiba!”
Sorriu. E disse em “portunhol”: “Tudo bien!”
– De tudo que você já viu do time do Remo, quais as necessidades, indaguei.
– Voy almozar con la junta (Vou almoçar com a diretoria).
Percebi que deste mato não saia coelho. Parei!
Ao empresário Miguel Kalluf indaguei na lata por que empresários indicam “músculos velhos” para o futebol paraense.
“Para alguns jogadores o problema é a adaptação, mas tem os que são maus profissionais”.
Papellin revelou que jogadores serão contratados, mas as posições dependerão da avaliação do técnico Morínigo.
É o que há!




