FINALMENTE, DITO E FEITO

Todo dia rogo a Deus que não me permita ser ingrato.
Porque a ingratidão é a identidade do mau-caráter.
Assim como eu pedia para implodirem o Mangueirão (arquitetonicamente, bonito, mas antifuncional), e agora temos uma arena, passei a dizer que Remo e Paysandu moram sob arquibancadas, não cabem mais…
Governador Helder Barbalho, atendendo apelo do coronel Nunes, quando presidente da CBF, em 2016 (“remodele o Mangueirão que trarei a seleção brasileira, em Belém”), agiu rapidamente e hoje a arena Mangueirão se paga, constando da agenda dos grandes eventos esportivos, artísticos e religiosos.
Dito e feito.
O prazer do desportista é ver o seu time bem.
Helder Barbalho, o governador do Pará, nunca negou o seu amor pelo Clube do Remo, e, aproveitando o prestígio e o poder, partiu pra cima da VALE, a maior mineradora do mundo. Ela que nunca investiu em nenhum clube de futebol.
O jovem governador conseguiu que a VALE investisse 20 milhões de reais (10 milhões pra cada uma das “locomotivas) nos seus CTs.
Diretorias apresentaram documentos de todas às entidades – federal, estatal e municipal.
As empresas contratadas pela VALE estão com seus canteiros de obras montados em Outeiro e Águas Lindas.
Detalhe: A única exigência da VALE às diretorias de PSC e CR é que não divulgassem as doações dos “presentes”.
A CODISA chegou no “Raul Aguilera” quinta-feira, 20, com maquinários, areia e brita.
Prazo de conclusão das obras é de 6 meses, o que significa que, em fevereiro no mais tardar março, lobo e leão deixem de morar debaixo de arquibancadas.
É o que há!




